COMO FUNCIONA?
Descubra mais sobre o método
O QUE É?
Método único aonde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
OBJETIVO
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva.

Preparado para alcançar uma qualidade de vida?
Conheça o método exclusivo Wanessa Ugliara. Método único onde se une técnicas de hipnose, pnl, reprocessamento generativo, EFT, inteligência emocional , para tratar a pessoa como um todo de forma rápida e objetiva.
Ajudar a pessoa a se libertar de seus problemas emocionais de forma rápida
Reestruturar o psiquismo para que consiga lidar com as questões do dia a dia de forma leve e assertiva
Desenvolver habilidade de auto gerenciamento emocional
COMO INICIO MINHA JORNADA?
Passo a Passo
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TRATAMENTO
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Muitos psicólogos evitam trabalhar com sonhos no consultório por uma única razão: a insegurança de não saber como articular as teorias clássicas na hora do atendimento.
A faculdade e as formações tradicionais costumam entregar toneladas de conceitos densos de livros antigos, mas quase nada de manejo prático para o dia a dia .
O resultado é que, diante de um relato complexo, muitos profissionais acabam mudando de assunto ou ignorando um material clínico precioso por medo de errar a mão na intervenção.
No curso Interpretação de Sonhos na Prática Clínica, eu te mostro que você não precisa escolher entre uma abordagem e outra, e muito menos misturar conceitos de forma caótica. Existe um método claro para integrar as lentes mais potentes da psicologia profunda:
💡 Com a lente freudiana, você aprende a rastrear o conflito inconsciente, a decodificar os disfarces da censura e a identificar os mecanismos de defesa do ego que estão mantendo os sintomas do paciente ativos na vida real.
🧭 Com a lente junguiana, você ganha ferramentas para mapear a função compensatória do sonho, ler as mensagens simbólicas e compreender para qual direção de transformação a psique daquela pessoa está tentando se mover.
É a teoria perfeitamente organizada a serviço da sua escuta clínica e dos resultados dos seus pacientes.
⏳ As inscrições para a nova turma fecham em poucos dias!
Não deixe sua segurança clínica para depois. Clica no botão "Saiba Mais" agora mesmo, conheça todo o cronograma do curso e garanta a sua vaga antes do fechamento das inscrições
#interpretaçãodesonhos #psicanálise #psicanalista #psicologiaclinica #psicologo #psicologa
Muitos psicólogos evitam trabalhar com sonhos no consultório por uma única razão: a insegurança de não saber como articular as teorias clássicas na hora do atendimento.
A faculdade e as formações tradicionais costumam entregar toneladas de conceitos densos de livros antigos, mas quase nada de manejo prático para o dia a dia .
O resultado é que, diante de um relato complexo, muitos profissionais acabam mudando de assunto ou ignorando um material clínico precioso por medo de errar a mão na intervenção.
No curso Interpretação de Sonhos na Prática Clínica, eu te mostro que você não precisa escolher entre uma abordagem e outra, e muito menos misturar conceitos de forma caótica. Existe um método claro para integrar as lentes mais potentes da psicologia profunda:
💡 Com a lente freudiana, você aprende a rastrear o conflito inconsciente, a decodificar os disfarces da censura e a identificar os mecanismos de defesa do ego que estão mantendo os sintomas do paciente ativos na vida real.
🧭 Com a lente junguiana, você ganha ferramentas para mapear a função compensatória do sonho, ler as mensagens simbólicas e compreender para qual direção de transformação a psique daquela pessoa está tentando se mover.
É a teoria perfeitamente organizada a serviço da sua escuta clínica e dos resultados dos seus pacientes.
⏳ As inscrições para a nova turma fecham em poucos dias!
Não deixe sua segurança clínica para depois. Clica no botão "Saiba Mais" agora mesmo, conheça todo o cronograma do curso e garanta a sua vaga antes do fechamento das inscrições
#interpretaçãodesonhos #psicanálise #psicanalista #psicologiaclinica #psicologo #psicologa
Quando falamos em interpretação dos sonhos, muitas pessoas caem em um dos dois extremos.
Ou acreditam que todo símbolo tem um significado fixo.
Ou acreditam que os símbolos não têm significado nenhum e tudo depende apenas da experiência da pessoa.
Na prática, a interpretação costuma acontecer no encontro dessas duas coisas.
A cobra, por exemplo, é um símbolo que, em diferentes culturas e tradições, pode estar relacionada à transformação, aos instintos, ao perigo, ao conhecimento ou aos conflitos.
Esse é o significado simbólico universal.
Mas ele, sozinho, não responde o que o sonho significa para você.
Agora imagine dois sonhos:
🐍 No primeiro, a cobra ataca e você foge desesperado.
🐍 No segundo, ela troca de pele enquanto você observa tudo com tranquilidade.
O símbolo é o mesmo.
Mas a experiência é completamente diferente.
É por isso que, no Mapa da Alma, eu ensino que a interpretação nasce da união de quatro elementos:
O significado simbólico do sonho.
A sua relação pessoal com aquele símbolo.
A emoção vivida durante o sonho.
O momento que você está vivendo hoje.
É essa combinação que transforma um símbolo universal em uma mensagem única do seu inconsciente.
Agora eu quero te ouvir:
Quando você pensa em uma cobra, qual é a primeira palavra que vem à sua mente?
Curiosidade? Medo? Transformação? Perigo?
Sua resposta já diz mais sobre você do que parece. 🌙
Quando falamos em interpretação dos sonhos, muitas pessoas caem em um dos dois extremos.
Ou acreditam que todo símbolo tem um significado fixo.
Ou acreditam que os símbolos não têm significado nenhum e tudo depende apenas da experiência da pessoa.
Na prática, a interpretação costuma acontecer no encontro dessas duas coisas.
A cobra, por exemplo, é um símbolo que, em diferentes culturas e tradições, pode estar relacionada à transformação, aos instintos, ao perigo, ao conhecimento ou aos conflitos.
Esse é o significado simbólico universal.
Mas ele, sozinho, não responde o que o sonho significa para você.
Agora imagine dois sonhos:
🐍 No primeiro, a cobra ataca e você foge desesperado.
🐍 No segundo, ela troca de pele enquanto você observa tudo com tranquilidade.
O símbolo é o mesmo.
Mas a experiência é completamente diferente.
É por isso que, no Mapa da Alma, eu ensino que a interpretação nasce da união de quatro elementos:
O significado simbólico do sonho.
A sua relação pessoal com aquele símbolo.
A emoção vivida durante o sonho.
O momento que você está vivendo hoje.
É essa combinação que transforma um símbolo universal em uma mensagem única do seu inconsciente.
Agora eu quero te ouvir:
Quando você pensa em uma cobra, qual é a primeira palavra que vem à sua mente?
Curiosidade? Medo? Transformação? Perigo?
Sua resposta já diz mais sobre você do que parece. 🌙
Tem frases que são ditas em poucos segundos...
mas continuam ecoando por uma vida inteira.
Na cena de Duas Vidas, em meio ao desespero, um pai diz ao filho:
"Para de chorar."
"Você tem que crescer agora."
Ele não faz isso por maldade.
Ele também está vivendo uma dor impossível de suportar.
Mas, para aquela criança, a mensagem pode ser outra:
"Não há espaço para o que você sente."
Muitas pessoas cresceram ouvindo frases parecidas.
Algumas literalmente.
Outras, através das circunstâncias.
E, sem perceber, aprenderam que precisavam ser fortes o tempo todo, esconder as lágrimas, cuidar dos outros e amadurecer antes da hora.
O problema é que a infância passa...
mas esse papel, muitas vezes, permanece.
Por isso, tantos adultos hoje sentem culpa ao pedir ajuda, dificuldade para demonstrar vulnerabilidade ou a necessidade constante de dar conta de tudo.
Não porque nasceram assim.
Mas porque um dia acreditaram que sobreviver dependia disso.
Curar também é perceber que você não precisa continuar obedecendo às exigências que a sua infância precisou criar para sobreviver.
💬 Você já sentiu que precisou crescer antes da hora?
Tem frases que são ditas em poucos segundos...
mas continuam ecoando por uma vida inteira.
Na cena de Duas Vidas, em meio ao desespero, um pai diz ao filho:
"Para de chorar."
"Você tem que crescer agora."
Ele não faz isso por maldade.
Ele também está vivendo uma dor impossível de suportar.
Mas, para aquela criança, a mensagem pode ser outra:
"Não há espaço para o que você sente."
Muitas pessoas cresceram ouvindo frases parecidas.
Algumas literalmente.
Outras, através das circunstâncias.
E, sem perceber, aprenderam que precisavam ser fortes o tempo todo, esconder as lágrimas, cuidar dos outros e amadurecer antes da hora.
O problema é que a infância passa...
mas esse papel, muitas vezes, permanece.
Por isso, tantos adultos hoje sentem culpa ao pedir ajuda, dificuldade para demonstrar vulnerabilidade ou a necessidade constante de dar conta de tudo.
Não porque nasceram assim.
Mas porque um dia acreditaram que sobreviver dependia disso.
Curar também é perceber que você não precisa continuar obedecendo às exigências que a sua infância precisou criar para sobreviver.
💬 Você já sentiu que precisou crescer antes da hora?
🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica
Uma das perguntas que mais recebo de psicólogos é:
"Quando o paciente termina de contar um sonho, por onde eu começo?"
É uma dúvida compreensível.
Quando estamos aprendendo a trabalhar com sonhos, existe uma tendência de direcionar rapidamente a atenção para os símbolos, tentando descobrir o que eles significam.
Mas, na prática clínica, tenho percebido que uma boa interpretação costuma começar antes da interpretação.
Ela começa na investigação.
As perguntas que fazemos logo após o relato do sonho não servem apenas para reunir informações. Elas ajudam a compreender como aquela experiência foi vivida pelo paciente e quais aspectos parecem mais carregados de significado naquele momento da terapia.
Por isso, antes de formular hipóteses, costumo me perguntar:
O que esse paciente está me mostrando através desse sonho?
Essa pergunta muda a postura do terapeuta.
Em vez de buscar uma resposta imediata, passamos a construir, junto com o paciente, um caminho de compreensão.
E isso costuma produzir interpretações mais cuidadosas, mais contextualizadas e, principalmente, mais úteis para o processo terapêutico.
É justamente essa mudança de olhar que procuro desenvolver com os psicólogos que estudam interpretação de sonhos na prática clínica: menos respostas prontas e mais raciocínio clínico.
💬 Agora quero ouvir os colegas.
Quando um paciente termina de relatar um sonho, qual é a primeira pergunta que você costuma fazer?
Ou existe alguma pergunta que, na sua experiência clínica, faz toda a diferença na condução da sessão?
#psicanálise #psicanalise #interpretaçãodesonhos #psicologiaclinica #psicologo #psicologa
🧠 1 Minuto de Supervisão Clínica
Uma das perguntas que mais recebo de psicólogos é:
"Quando o paciente termina de contar um sonho, por onde eu começo?"
É uma dúvida compreensível.
Quando estamos aprendendo a trabalhar com sonhos, existe uma tendência de direcionar rapidamente a atenção para os símbolos, tentando descobrir o que eles significam.
Mas, na prática clínica, tenho percebido que uma boa interpretação costuma começar antes da interpretação.
Ela começa na investigação.
As perguntas que fazemos logo após o relato do sonho não servem apenas para reunir informações. Elas ajudam a compreender como aquela experiência foi vivida pelo paciente e quais aspectos parecem mais carregados de significado naquele momento da terapia.
Por isso, antes de formular hipóteses, costumo me perguntar:
O que esse paciente está me mostrando através desse sonho?
Essa pergunta muda a postura do terapeuta.
Em vez de buscar uma resposta imediata, passamos a construir, junto com o paciente, um caminho de compreensão.
E isso costuma produzir interpretações mais cuidadosas, mais contextualizadas e, principalmente, mais úteis para o processo terapêutico.
É justamente essa mudança de olhar que procuro desenvolver com os psicólogos que estudam interpretação de sonhos na prática clínica: menos respostas prontas e mais raciocínio clínico.
💬 Agora quero ouvir os colegas.
Quando um paciente termina de relatar um sonho, qual é a primeira pergunta que você costuma fazer?
Ou existe alguma pergunta que, na sua experiência clínica, faz toda a diferença na condução da sessão?
#psicanálise #psicanalise #interpretaçãodesonhos #psicologiaclinica #psicologo #psicologa
Você já se perguntou por que algumas pessoas parecem repetir os mesmos padrões, mesmo quando eles causam sofrimento?
À primeira vista, isso pode parecer falta de força de vontade.
Mas, na psicologia, sabemos que nem sempre é assim.
Muitas vezes, um comportamento que hoje machuca foi, em algum momento da vida, uma forma de adaptação.
Uma criança que aprendeu que precisava agradar para receber afeto pode se tornar um adulto que tem dificuldade em dizer "não".
Quem cresceu convivendo com críticas constantes pode acreditar que nunca é bom o suficiente.
Quem viveu relações imprevisíveis pode, sem perceber, sentir-se atraído por vínculos intensos e instáveis, porque foi esse o modelo de amor que conheceu.
Esses padrões não surgem do nada.
Eles são construídos ao longo da nossa história e, muitas vezes, permanecem porque o cérebro tende a repetir aquilo que lhe é familiar — mesmo quando isso traz sofrimento.
É por isso que mudar não é apenas decidir agir diferente.
Antes de transformar um padrão, precisamos compreender a função que ele exerceu na nossa vida.
Na terapia, não olhamos apenas para o comportamento.
Buscamos entender a história que o sustenta.
Porque, quando o sentido aparece, a mudança deixa de ser uma luta contra si mesmo e passa a ser um processo de construção.
Agora eu quero te ouvir:
Você já percebeu algum padrão se repetindo na sua vida e só depois entendeu de onde ele poderia ter surgido?
Compartilhe sua reflexão nos comentários. Sua experiência pode ajudar outras pessoas a perceberem que mudança não começa com culpa, mas com compreensão.
Você já se perguntou por que algumas pessoas parecem repetir os mesmos padrões, mesmo quando eles causam sofrimento?
À primeira vista, isso pode parecer falta de força de vontade.
Mas, na psicologia, sabemos que nem sempre é assim.
Muitas vezes, um comportamento que hoje machuca foi, em algum momento da vida, uma forma de adaptação.
Uma criança que aprendeu que precisava agradar para receber afeto pode se tornar um adulto que tem dificuldade em dizer "não".
Quem cresceu convivendo com críticas constantes pode acreditar que nunca é bom o suficiente.
Quem viveu relações imprevisíveis pode, sem perceber, sentir-se atraído por vínculos intensos e instáveis, porque foi esse o modelo de amor que conheceu.
Esses padrões não surgem do nada.
Eles são construídos ao longo da nossa história e, muitas vezes, permanecem porque o cérebro tende a repetir aquilo que lhe é familiar — mesmo quando isso traz sofrimento.
É por isso que mudar não é apenas decidir agir diferente.
Antes de transformar um padrão, precisamos compreender a função que ele exerceu na nossa vida.
Na terapia, não olhamos apenas para o comportamento.
Buscamos entender a história que o sustenta.
Porque, quando o sentido aparece, a mudança deixa de ser uma luta contra si mesmo e passa a ser um processo de construção.
Agora eu quero te ouvir:
Você já percebeu algum padrão se repetindo na sua vida e só depois entendeu de onde ele poderia ter surgido?
Compartilhe sua reflexão nos comentários. Sua experiência pode ajudar outras pessoas a perceberem que mudança não começa com culpa, mas com compreensão.
video @cozyPawTales
Quando estamos tomados pela raiva, quase nunca estamos acessando só a raiva.
Por trás dela podem existir medo, frustração, tristeza, sensação de injustiça ou a dor de não se sentir compreendido.
É por isso que, em alguns momentos, discutir mais alto não resolve.
O que ajuda é encontrar alguém capaz de permanecer presente sem aumentar ainda mais o incêndio.
Na psicologia, chamamos isso de corregulação emocional.
Antes de aprendermos a nos acalmar sozinhos, nós nos acalmamos através das relações. Um tom de voz seguro, um olhar que acolhe, uma presença que não reage com mais agressividade podem ajudar o nosso sistema nervoso a sair do estado de ameaça.
Mas existe um cuidado importante.
Corregular não significa aceitar desrespeito, violência ou assumir a responsabilidade pelas emoções do outro.
Significa que relações saudáveis podem oferecer segurança suficiente para que emoções intensas encontrem espaço para diminuir, em vez de crescer.
Talvez seja por isso que esse vídeo toque tanta gente.
Porque, no fundo, todos nós precisamos experimentar relações em que não precisamos combater fogo com fogo.
Você já conhecia esse conceito?
video @cozyPawTales
Quando estamos tomados pela raiva, quase nunca estamos acessando só a raiva.
Por trás dela podem existir medo, frustração, tristeza, sensação de injustiça ou a dor de não se sentir compreendido.
É por isso que, em alguns momentos, discutir mais alto não resolve.
O que ajuda é encontrar alguém capaz de permanecer presente sem aumentar ainda mais o incêndio.
Na psicologia, chamamos isso de corregulação emocional.
Antes de aprendermos a nos acalmar sozinhos, nós nos acalmamos através das relações. Um tom de voz seguro, um olhar que acolhe, uma presença que não reage com mais agressividade podem ajudar o nosso sistema nervoso a sair do estado de ameaça.
Mas existe um cuidado importante.
Corregular não significa aceitar desrespeito, violência ou assumir a responsabilidade pelas emoções do outro.
Significa que relações saudáveis podem oferecer segurança suficiente para que emoções intensas encontrem espaço para diminuir, em vez de crescer.
Talvez seja por isso que esse vídeo toque tanta gente.
Porque, no fundo, todos nós precisamos experimentar relações em que não precisamos combater fogo com fogo.
Você já conhecia esse conceito?
É comum ouvirmos que precisamos "viver o presente".
Mas poucas pessoas falam sobre o que nos impede de fazer isso.
Quando passamos muito tempo presos ao passado, nossa mente tenta entender o que aconteceu, o que poderia ter sido diferente ou como poderíamos ter evitado determinada dor.
Quando ficamos excessivamente voltados para o futuro, tentamos antecipar problemas, controlar o que ainda não aconteceu e encontrar certezas onde elas não existem.
Em ambos os casos, acabamos nos afastando do único momento em que a vida realmente acontece: o agora.
Isso não significa que lembrar do passado ou pensar no futuro seja um problema.
Pelo contrário. Essas são capacidades importantes da mente humana.
O sofrimento aparece quando ficamos presos nesses movimentos e perdemos a possibilidade de estar presentes naquilo que estamos vivendo.
Na terapia, muitas vezes o trabalho não é fazer a pessoa esquecer o passado ou parar de pensar no futuro.
É ajudá-la a construir uma relação mais saudável com ambos, para que eles deixem de impedir a experiência do presente.
Agora eu quero te ouvir:
Você percebe que a sua mente costuma ficar mais presa ao passado ou mais preocupada com o futuro?
Talvez reconhecer esse padrão já seja um primeiro passo para compreendê-lo melhor.
É comum ouvirmos que precisamos "viver o presente".
Mas poucas pessoas falam sobre o que nos impede de fazer isso.
Quando passamos muito tempo presos ao passado, nossa mente tenta entender o que aconteceu, o que poderia ter sido diferente ou como poderíamos ter evitado determinada dor.
Quando ficamos excessivamente voltados para o futuro, tentamos antecipar problemas, controlar o que ainda não aconteceu e encontrar certezas onde elas não existem.
Em ambos os casos, acabamos nos afastando do único momento em que a vida realmente acontece: o agora.
Isso não significa que lembrar do passado ou pensar no futuro seja um problema.
Pelo contrário. Essas são capacidades importantes da mente humana.
O sofrimento aparece quando ficamos presos nesses movimentos e perdemos a possibilidade de estar presentes naquilo que estamos vivendo.
Na terapia, muitas vezes o trabalho não é fazer a pessoa esquecer o passado ou parar de pensar no futuro.
É ajudá-la a construir uma relação mais saudável com ambos, para que eles deixem de impedir a experiência do presente.
Agora eu quero te ouvir:
Você percebe que a sua mente costuma ficar mais presa ao passado ou mais preocupada com o futuro?
Talvez reconhecer esse padrão já seja um primeiro passo para compreendê-lo melhor.
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